Mais um serviço encontrado na net! Este tem o intuito de fazer-lhe perguntas, ou melhor, disponibilizar a seus amigos meios de lhe perguntar coisas, qualquer coisa!
Bem, eu fiz o meu perfil pra ver o que é que dá!
Bem por enquanto tenho pouquíssimos contatos, entao... fica meio chato!
Mas pra quem tem aquele "bolo" de coleguinhas, uhull é show!
Vale a pena dar uma olhada!
Esse é um Ctrl+C/Ctrl+V legal que encontrei na net e estou postando aqui, serve para quem tem nerds/geeks que trabalham com você. Boa leitura! =P
1. Deixe que ele controle seu próprio horário.
Assim nós produzimos muito mais do que no horário em que somos obrigados. Entre 7 e 10 da manhã meu cérebro não funciona, não tem jeito. No entanto, em nenhum outro horário sou mais produtivo do que entre as 2 e 4 da manhã. Cada pessoa tem seu horário em que produz mais e melhor. Geeks têm uma capacidade sobre-humana de fingirem que estão trabalhando enquanto estão dormindo.
2. Deixe que ele controle seu próprio ambiente de trabalho.
Não imponha regras “para todos” neste sentido, porque nós não somos iguais ao pessoal do administrativo e de vendas. Se ele quer se enfiar num canto da sala, longe de todos, deixe. Se puder deixá-lo escolher sua mesa, cadeira, lugar na sala, etc, será perfeito!
3. Deixe que ele controle sua própria luz.
Muita luz é ótimo para trabalhar com papeis e péssimo para trabalhar com computadores. Muitos geeks gostam de trabalhar à meia luz, por isso não imponha uma certa iluminação. Cansei de ter dores de cabeça por causa da luz forte demais, por não poder fechar uma maldita persiana.
4. Deixe que ele controle seu próprio (fone de) ouvido.
Para trabalhar direito, precisamos de concentração. Para isso, é preciso silêncio e/ou um fone de ouvido tocando algo barulhento - que na prática é a mesma coisa. Não deixar um nerd usar fones de ouvido é um pecado mortal.
5. Deixe que ele controle sua própria roupa.
Não somos homens de negócios. Que a roupa social fique para os advogados. Quanto mais confortavel e à vontade o geek está, mais produz.
6. Deixe que ele controle onde vai fora da empresa.
Podemos gostar de um evento social, ou não. Essas coisas não podem ser obrigatórias.
7. Deixe que ele controle quando quer falar ou não com você.
Se você precisa falar com um geek siga esta seqüência: a) Envie um e-mail dizendo o que quer; b) Caso seja algo urgente, fale pelo messenger; c) Se algo estiver explodindo e a escolha for entre interrompê-lo ou a falência da empresa, telefone ou fale diretamente com ele - mas só neste caso. De novo: precisamos de concentração! Quando você interrompe, levamos um tempão para entendermos o que estávamos fazendo novamente.
8. Deixe que ele controle se quer ou não fazer algo além do que aquilo que ele foi contratado para fazer.
Em empresas pequenas, principalmente, todo mundo acaba fazendo um pouco de tudo. Mas o geek ficará furioso (e isso VAI impactar furiosamente na produtividade dele) se for obrigado a fazer coisas que não são seu trabalho. Eu já fui obrigado a levar o lixo pra fora, atender telefone, lavar a louça, dar suporte técnico, fazer atendimento…
9. Deixe que ele controle quando e como acessa a internet.
Não adianta: a pessoa que você contratar para bloquear a internet não será mais inteligente que os geeks que você quer impedir de acessá-la. Se ela for, pode ter certeza de que pelo menos a metade do expediente do geek será gasta procurando um jeito de burlar o sistema. Eu poderia fazer outro artigo citando dezenas de modos (que já usei) de burlar esses bloqueios.
10. Conclusão: cobre produtividade, deixe que ele controle o resto.
Você entendeu: não controle o geek, deixe que ele controle todo o seu ambiente. Assim ele vai produzir mais. Mas hoje eu trabalho com geeks e sei que não posso deixar de controlar o trabalho da empresa. Eu acredito nisso: dê um desafio e liberdade a um programador e ele trabalhará mais, melhor, e com amor.
É bem simples o que ele faz, reúne várias rede sociais e serviços em um único lugar e, com isso, facilita a vida de quem tem vários perfis na web.
Cadastre-se num formulário simples, crie o perfil do Site e em seguida adicione os perfis de outras redes sociais.
Dê uma olhada no meu perfil - http://www.meadiciona.com/jrochelly
Ainda tô ajeitando ele, é tanto serviço que nem sei o que botar. =P
É isso!
Até mais!
Artigo muito bom para quem projeta sites utilizando os Web Standards. Deveriamos cobrar mais caro ou mais barato?
Confira neste artigo retirado do site FatorW. Boa Leitura!
Projetos realizados seguindo fielmente os web standards do W3C oferecem aos clientes uma série de vantagens adicionais: páginas mais rápidas para carregar, compatibilidade com versões atuais e futuras de todos os navegadores modernos, melhor visualização no Google, acessibilidade a portadores de deficiência, compatibilidade com dispositivos móveis como celulares e PDAs, layouts mais arrojados e toda aquela história que você já deve saber. Um ótimo argumento para cobrar um pouco a mais em um projeto.
Por outro lado, os padrões web diminuem consideravelmente o tempo de produção e tornam os desenvolvedores independentes de editores visuais com licenças nada baratas, como o Macromedia Dreamweaver. Pela lógica, se cobramos nosso trabalho por hora e o tempo de produção diminui muito, deveríamos cobrar mais barato, certo? Daí surge a dúvida que dá título a este tópico.
Projetar seguindo as determinações do órgão que regula a estruturação das páginas na internet deveria ser commodity para todo desenvolvedor profissional. Mas sabemos que não é assim (ainda), principalmente no Brasil. Trabalhar com web standards ainda é diferencial e, como todo diferencial em qualquer mercado, vale um pouco mais.
Também vale mais toda a série de vantagens advindas do uso correto dos padrões web. Que cliente não pagaria um pouco mais para ter seu projeto acessível a qualquer navegador, em qualquer dispositivo, por qualquer pessoa? Pensando por esse lado, nada mais natural do que cobrar mais por um projeto mais profissional, com mais vantagens e com diferenciais sobre 90% dos demais sites da concorrência.
Mas se o tempo de produção pode cair até pela metade com a separação dos arquivos de informação, formatação e comportamento, o correto não seria cobrar mais barato? Menos tempo é igual a menor custo de produção, conseqüentemente preço final mais barato.
Por enquanto, podemos argumentar que a mão-de-obra especializada em web standards ainda é bem menor do que a “especializada em código sujo cheio de tabelas”, por isso a hora de trabalho pode ser mais cara e, mesmo com menor tempo de produção, o preço final não cair tanto. Quando o uso dos padrões web for mais difundido por aqui, não poderemos pensar da mesma maneira. Se é mais rápido de produzir e necessita de menos trabalho para manter, a lógica é que o preço final também diminua.
Os capitalistas convictos dizem que o mercado se auto-regula. É aguardar para conferir.
Artigo muito inressante que fala sobre a separação do CSS e HTML, confira!
Se você já leu alguma coisa sobre Tableless, já deve ter percebido que nesse método nós separamos a informação da formatação. Para fazer a formatação do site, ou seja, para literalmente aplicarmos o design do site, nós usamos o CSS (as famosas Folhas de Estilo), que eu julgo ser a principal ferramenta do desenvolvedor para criar [continue lendo]

Ele fala sobre:
- Web Standards
- JavaScript
- Expressões Regulares
- MVC
- Controle de Versão
- SQL
- Desenvolvimento Guiado a Testes

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